O Leilão A-5 de 2025 contratou 65 novos empreendimentos de fonte hidráulica, entre PCHs, CGHs e UHEs, totalizando 815,6 MW de potência com início de suprimento até janeiro de 2030.
Foram R$ 26,5 bilhões em contratos assinados, mas com deságio médio de apenas 3,16% sobre o preço-teto — sinal de pouca margem de disputa.
A maior parte da energia ficou concentrada nas mãos de duas distribuidoras (Amazonas Energia e Neoenergia Bahia), o que reduziu a dispersão do mercado. Ainda assim, o leilão garante contratos de 20 anos e dá sobrevida ao modelo centralizado de expansão via certames públicos.